Ela é
jovem, bonita e talentosa. Certamente é a receita do sucesso, mas
Carolina Brütt tem características ainda mais marcantes.
Ela começou a estudar música aos 16 anos. Aperfeiçoou sua técnica estudando em escolas conceituadas, como Villa-Lobos, Pró-Arte e Tepem/Unirio. Nos ensinamentos que teve, contou com mestres como Alexandre Caldi (Tepem/Unirio), Annabel Albernaz (canto, Villa-Lobos), Maestro Márcio Carvalho (regência de coral, na Villa-Lobos). Não é pouco.
Aos 18 anos fez sua primeira composição e não parou. Atualmente Brütt integra o “Duo” Sangüine, que inclui os igualmente talentosos Bruno (baterista) e Chakan (baixista e vocal). Da união, surgiu uma verdadeira salada musical, em um projeto conceitual de Trip-Hop/Soul.
Além das inúmeras referências que dão tom ao trabalho de cantora, Carolina é uma artista completa, que mantém seu estilo e cuida da carreira. Com o apoio do estilista Gustavo Vasques, que a veste, e dispondo do Estúdio Casa do Músico para ensaiar suas apresentações, ela garante o timing do espetáculo. A prova disso é a preparação do primeiro CD de seu projeto coletivo. “Esse trabalho está sendo preparado com muita dedicação e planejamento”, diz a artista.
Para criar um pouco de expectativa, basta acompanhar a lista de influências de
Carolina Brütt: soul clássico de Marvin Gaye, Funk de James Browm, Rock de The Beatles e Pop de Tim Maia. E mais: Trip Hop de Portishead, Feist, Stateless, além dos sempre presentes Jazz e MPB.
“Nós só temos uma pretensão: fazer bem nosso som e colocar as pessoas para dançar”. Pode apostar que sim! |